Plastino viveu nos Estados Unidos realizando estudos de pós-doutorado, deu aulas em três universidades alemãs do final da década de 60 até o início da década de 80, e na Universidade das Ilhas Baleares de 1991 até o ano passado. “Tive a sorte de viver vários anos fora, o que acho imprescindível para qualquer pesquisador”. Aos 67 anos, tem mais de 400 artigos publicados, orientou 27 teses de doutorado, é professor honorário da Universidade de Buenos Aires, membro das Academias de Ciências do Brasil e do México, Doutor Honoris Causa da Universidade de Pretoria (África do Sul), professor emérito da UNPL e editor associado da revista científica Physica A, da Editora Elsevier.
Além do Scopus, tem no currículo os prêmios “Teófilo Isnardi”, da Academia Nacional de Ciências Exatas de Buenos Aires (1982) e o “Konex de Platina”, da Fundação Konex, pela melhor produção em Física Nuclear de 83 a 93. “Os prêmios são enormemente gratificantes e me permitem justificar, perante minha familia, o tempo excessivo que dedico ao trabalho”, diz.